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Convidada pelos seus Papas a ser corajosa, é em todos os sectores que a Igreja deve testemunhar coragem, não apenas em palavras, mas em actos ()
A coragem e a recusa das falsas explicações. É o ultrapassar de nós mesmos. E o compromisso ao serviço da verdade e da vida. A força vital deve, no entanto, ser canalizada pelo direito. Mas o direito paralisa-se se não se ultrapassa no amor. E, portanto, à coragem do amor que a Igreja é chamada.
Se quisermos dar todo o seu valor ao nosso património espiritual, é-nos necessário voltar a pensar com coragem na maneira de falar de Deus aos homens de hoje, e até na de com eles celebrar os santos Mistérios. E um dever para a Igreja reduzir o fosso que separa, por vezes, a religião e a vida. (da Introdução).