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Nestes Ensaios, Thomas Mann revela-se não apenas como um dos grandes romancistas do século XX, mas também como um intelectual profundamente implicado nos conflitos morais, políticos e culturais do seu tempo.
Reunindo textos escritos entre 1922 e 1951, este volume percorre algumas das grandes linhas de força do pensamento de Mann: a relação entre a arte e a sociedade, a forma do romance, o legado de Goethe, Schopenhauer, Wagner, Nietzsche e Freud, a crise da cultura europeia, a ascensão do nacional-socialismo, o exílio e a responsabilidade do escritor perante a história.
Entre ensaios literários, discursos políticos e textos autobiográficos, emerge uma reflexão marcada por profundas tensões e ambivalências: entre tradição e modernidade, cultura e democracia, razão e irracionalismo, fidelidade à herança alemã e rejeição radical da barbárie nazi.
Esta seleção oferece ao leitor português um acesso fundamental à obra ensaística de Thomas Mann, indispensável para compreender os seus grandes romances e o drama intelectual da Europa na primeira metade do século XX.