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Em A Mulher e a Medicina, Elinor Cleghorn escreve uma história pioneira sobre a saúde das mulheres - desde o «útero errante» da Grécia Antiga à ascensão dos julgamentos de bruxas na Europa; do surgimento da histeria como diagnóstico amplo para distúrbios difíceis de identificar à evolução da compreensão sobre hormonas, menstruação, menopausa ou a endometriose - reunida numa obra abrangente e fascinante.
É um legado revoltante de sofrimento, mistificação e erros de diagnóstico que revela como a ciência, moldada por um mundo de homens, falhou em compreender e cuidar do corpo feminino. Repleto de estudos de caso e exemplos de mulheres que sofreram, desafiaram e reescreveram a ortodoxia médica, este livro faz um apelo urgente por uma medicina mais íntegra, que valorize os testemunhos e as experiências das mulheres, libertando-as de séculos de desinformação e negligência.
CRÍTICAS
«A Mulher e a Medicina é um dos livros mais importantes da nossa geração. Li-o com raiva e reconheci-me nas suas páginas.»
Fern Riddell, autora
«Se os médicos já diagnosticaram mal a sua doença, duvidaram dos seus sintomas ou a discriminaram, então A Mulher e a Medicina é a resposta que procurava. Elinor Cleghorn escreveu um livro decisivo, abrangente, bem investigado e fascinante sobre as formas como a medicina falhou com as mulheres ao longo da história – e o que isso nos custou, incluindo vidas.»
Evette Dionne, autora
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Levantem a mão se alguma vez viram os vossos sintomas totalmente ignorados por um médico!... Elinor Cleghorn mergulha na história de como o sistema médico falhou com as mulheres – desde a Grécia Antiga até aos problemas modernos, e de como as mulheres são muitas vezes vistas como fontes não fiáveis do que sentem nos próprios corpos.»
Cosmopolitan