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. Lisboa, Maio de 1969
. Tradução de Cidália de Brito, Maria Helena Garcia, Fernando Bento Gomes, Maria José Miranda, Carlos Augusto Pina e Maria Luísa Pinheiro
. Orientação gráfica de Fernando Felgueiras
. Número 16 da colecção Cadernos D. Quixote
. 172 páginas (pequeno formato)
. Valor inclui portes em correio editorial
"A maioria dos franceses sente uma simpatia apaixonante por Israel. Pouco importam as fontes desta paixão, sejam umas impuras (o ódio aos Árabes) e outras puras (a compaixão pelo martírio dos Judeus durante a ocupação). Ela é um facto que, seja como for, é preciso ter em conta. Limita a margem de exercício dos governantes. Desprezá-la ou provocá-la reforça-a e torna ainda mais difícil a compreensão do problema. (...)
Na hora actual, o Estado judaico é mais forte que os seus vizinhos, apesar da desproporção das populações. Os seus soldados podem fazer quase tudo o que querem, como o demonstram as três últimas guerras e as operações de represálias."