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Como o próprio autor destaca na introdução, o livro não é um tratado de História, mas sim um relato pessoal e na primeira pessoa dos eventos que testemunhou ou nos quais participou diretamente.
Diogo Freitas do Amaral recorda a sua infância, a formação académica na Faculdade de Direito de Lisboa e a sua perspetiva sobre o regime salazarista e o marcelismo.
Aborda o impacto do 25 de Abril, o surgimento do Centro Democrático Social (CDS) — partido de que foi o principal fundador em julho de 1974 — e os bastidores do conturbado Verão Quente de 1975.
Picos de acidez no exterior de algumas páginas.