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A Lisboa do autocarro, do metro da bicha do supermercado, da «senhora» dona de casa e da «mulherzinha», mulher a dias, da gente que dia a dia se encontra e desencontra, chora e ri, ama e odeia, é o tema destas crónicas de Maria Judite de Carvalho.
O estilo de uma grande escritora servido por um finíssimo dom de observação transformam subitamente uma cidade onde "nada acontece" num formigueiro de vida onde todos nos reconhecemos. Basta apenas saber, como ela, olhar. E contar.
Sinais leves de desgaste na capa. Ligeiro desgaste na parte superior das primeiras páginas e com picos de acidez.