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Construído um pouco como as “mil e uma noites” este belíssimo romance conta-nos as histórias dos prisioneiros da pior prisão de uma Constantinopla na época do domínio Otomano. Dos piores criminosos aos inocentes injustamente encarcerados, todos têm uma história e várias mentiras. Frei Petar, monge bósnio preso por erro das autoridades, vai ouvindo a confissão silenciosa de todos os seus companheiros. Uma metáfora surpreendente sobre a História e as histórias, sobre justiça e injustiça, sobre o valor da inocência e o peso do pecado.
Prêmio nobel de 1961
EM PT-BR