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A última vez que vi Teresa Batista foi em terreiro de encantado, em Fevereiro último, na festa de cinquentenário da mão-de-santo de Menininha do Gantois, quando, toda vestida de branco, saia rodada e bata de rendas, de joelhos, pedia a bênção à Iyalorixá da Bahia, cujo nome, por isso mesmo e por muito mais, aqui escrevo, o primeiro nesta roda de amigos do autor e da moça Tereza.