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Raymond Carver disse que era possível "escrever sobre lugares-comuns, sobre coisas e objectos usando lugarescomuns, mas também uma linguagem precisa, conferindo assim a estas coisas - uma cadeira, uma cortina, um garfo, uma pedra, um brinco de mulher - uma força e uma cintilação imensas". Em parte nenhuma é tão evidente esta alquimia, como em Catedral.
Críticas de imprensa
“Carver é um escritor de uma compaixão e honestidade espantosas, profundamente liberto de pretensão ou afectação; o seu olhar serve apenas a descrição e a revelação do mundo que vê – o seu olhar é tão clarividente que magoa.”
Washington Post
“Todas as histórias de Catedral são diferentes: umas cómicas, outras assombrosamente tristes. Cada uma tem a sua força própria, única.”
Daily Telegraph