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Escrita em 1943 e reescrita em 1954, esta foi a primeira obra largamente difundida de Georges Bataille.
Por experiência interior, o autor francês - indomável e inclassificável - entende uma «nova teologia mística», na qual Deus não tem lugar, nem a moral, nem a redenção, nem a autoridade, exceto aquela que ela própria funda e expia, contestando o conhecido e o não-saber.
Não é uma teologia da salvação, mas da perdição, que não exclui a angústia, mas que lhe faz frente, procurando transformá-la em deleite.