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Juan Villoro nasceu na Cidade do México em 1956. Estudou sociologia e é regularmente convidado para ensinar nas universidades de Yale, Princeton, Stanford, entre outras instituições. Escreveu para meios de comunicação internacionais como o The New York Times (EUA) ou o El País (Espanha). Recebeu, entre outros, os prémios Ibero-Americano José Donoso e Manuel Rojas, pelo conjunto da sua obra, bem como o Prémio Internacional de Jornalismo Rei de Espanha ou o Prémio Cidade de Barcelona.
Nenhum filósofo contemporâneo tem hoje tanta influência como um algoritmo. Somos a primeira geração de gente a quem é exigido que faça prova de pertencer à espécie humana. Por isso temos de declarar, frente a um computador, «não sou um robô».
Já somos seres digitais. Que influência tem isso na nossa percepção da realidade? Que derivas políticas podem resultar desta revolução tecnológica? Qual o papel do livro e da leitura nesta nova era?
Juan Villoro coloca-nos frente a questões como estas numa deambulação reflexiva em que se implica pessoalmente, implicando-nos a todos.