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«Este livro é, sobretudo, um mergulho na História recente do nosso País, através de uma família que [...] vive na Beira Alta. A Guerra do Ultramar atingiu-a, como a quase todas as famílias portuguesas nos anos 60 e inícios de 70. Neste caso, de uma forma especial, diríamos insólita.
[…]
No período correspondente à situação da Guerra em África, este romance é um grande retrato de como se vivia na "Frente Interna". A grande maioria das famílias, a contar os dias para a ida, a contar os dias para o regresso, com a angústia permanente esperando por notícias. Registei com agrado as palavras de justiça para com o magnífico Serviço Postal Militar e a iniciativa do Movimento Nacional Feminino. Os aerogramas foram um instrumento eficaz para manter a Esperança na "Frente Interna", tão ignorada que tem sido por muitas obras que se dedicam à temática da Guerra em África.»
(Miguel Anacoreta Correia)