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Jytte Bonnier faz-nos uma comovente descrição da sua filha (seis anos após a violenta morte) com uma intensidade luminosa que corresponde, afinal, ao carácter forte e célere de Snu. A literatura sueca foi enriquecida com o retrato invulgar que uma mãe desenha de um filha não menos invulgar. A dor de Jytte Bonnier é profunda, nela as palavras tomam o lugar das lágrimas. Snu, entre a dislexia e a tempestuosidade, surge deste texto ardente e viva.