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LIVRO:
-A luta contra os franceses à ponte de Quelfes, de J. Fernandes Mascarenhas.
Edição do jornal "Voz de Olhão" (é uma Separata), em Dezembro de 1981.
Tem 15 páginas, conta com as capas de origem e está protegido com uma encadernação em pele sintética, azul escuro.
Dimensão 23cm x 17cm.
Tiragem de apenas 500 exemplares.
SINOPSE
Relato lavrado por o escrivão marítimo João da Rosa, no ano 1808, aqui resumido por J. Fernandes Mascarenhas.
Decorriam as invasões Napoleónicas, os espanhóis muitos deles insurrectos, também combatiam ao lado das tropas francesas (tropas franco-espanholas), assim como belgas, polacos, hungaros e outros mercenários comandados por Junot.
Por esta altura; Junot, havia conseguido acabar com a centenária Casa de Bragança, os reis portugueses tinham fugido para o Brasil e tudo isto foi substituido por um conselho militar. Se antes a lei era escassa, agora o país estava a ferro e fogo, o invasor tinha vindo, roubar, violar e matar, como fizera várias vezes. Sempre que o sino tocava a rebate significava que as mulheres, crianças e idosos teriam que ficar escondidos e os homens (caso os houvesse) formavam uma linha defensiva, antecipadamente preparada.
Este domingo de Março de 1808 ficou para a história nacional como um marco de bravura, patriotismo e lealdade pelos habitantes de Olhão e não só, porque grande parte do Sotavento algarvio tomou parte nesta luta! Ainda pediram ajuda a uma esquadra inglesa ancorada na Figueirinha, mas os ingleses, nossos aliados, em nada participaram, tudo foi feito pela união dos portugueses, que não pouparam esforços e conseguiram repelir a invasão.
Esta pequena obra além de ser uma biografia de bravos portugueses de então, é também uma Monografia, revestindo as localidades de Moncarapacho, Olhão e toda a zona envolvente.
Além da Bibliografia onde o autor foi retirar as fontes, também exibe a história arqueológica da ponte de Quellfes.
As fotografias a preto e branco são do Sr Manuel de Horta Faria, natural de Moncarapacho. Entre as fotos, está o punhal com cabo de marfim, deixado por um soldado belga (ao serviço de França), após alvejar uma criança próxima da capela do Pé da Cruz, fugiu atabalhoadamente e deixou cair o punhal, ficando para a posterioridade.
*EXEMPLAR EXCELENTEMENTE PRESERVADO, como novo.
Enriquecido com dois Ex-Libris.
Um Ex-Libris é do investigador Manuel António Ribeiro Rodrigues, autor de inúmeros trabalhos de História Militar e o outro Ex-Libris, é de José Mário Fidalgo dos Santos, também ele escritor e investigador dentro da História Militar e bélica em Portugal, nomeadamente as invasões Napoleónicas na Península Ibérica e em Portugal.
**Artigo raro e muito bem estimado.