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Ano: 1942
Tiragem especial de 215 exemplares, com três retratos «hors-texte» (dois de Antero de Quental e um de António de Azevedo Castelo Branco.
Sinopse: Do extenso prefácio de Adolfo Casais Monteiro: “ Embora sempre haja pessoas prontas a afirmar que do artista só a obra importa, dificilmente tal opinião terá probabilidades de prevalecer sôbre aquêle interêsse que se forma à volta da figura humana do artista, quando êle se tenha imposto ao fervor dos homens por uma obra em que se sentem representados, engrandecidos, tirados do seu nada. Quando surge um grande poeta, o comum dos mortais vê-se transfigurado nos versos dêle, encontra nêles algo que nunca saberia dizer, mas que pelo menos até certo ponto também lhe pertence — e logo quere saber mais sôbre êsse homem que fala em seu nome, em que se vê a si próprio como num espelho mágico que ‘deformasse’ as coisas — mas para as transfigurar.."
Nenhum dano que impeça a leitura.