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«Mas Carlos Mota de Oliveira sempre se riu disto e fez o seu caminho como poucos. Eterno náufrago que ri, cada livro que publica é como uma machadada no tronco da árvore que é Portugal. Claudicante e sedutor, culto e refinado, com um humor aristocrático, viajante inveterado, ele tanto pode estar no Chile a olhar o céu estrelado como em Cacela-a-Velha a comer umas ostras. Vituperador elegante, o poeta de Pela Pátria é um actor essencial na cena da literatura portuguesa de hoje, quer queiram, quer não.»
Manuel da Silva Ramos