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A partir de Nítido Nulo (1972) o tom da sua obra começa a ser matizado pela ironia. É uma ironia que vem daquilo que o desgaste ensina. E o que ele ensina é que toda a verdade se esvazia, toda a evidência se torna opaca, todas as ideias pesam para o lado da morte. (. ..) )in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses)
".. . há uma frase algures em Nítido Nulo que poderia dar o tom ideal para a leitura deste livro, para mim um dos mais importantes de Vergílio Ferreira: “Dizer ‘não’ é abrir um espaço para o homem se pôr de pé”. Dizer não. (João Carlos Santana da Silva, in «A Causa das Coisas»