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Esta obra-prima é um clássico da sátira soviética e transpõe gerações de leitores com a mesma força e a mesma popularidade de há setenta anos, quando foi escrita. Algumas frases, algumas chalaças de Ostap Bénder - um vigarista charmoso e oportunista - tornaram-se, para todos os russos, tão conhecidas como provérbios. As Doze Cadeiras tornaram-se uma espécie de fenómeno folclórico, entraram no imaginário de um enorme país. Foi uma das obras que o regime hitleriano mandou queimar nas fogueiras.
A história começa quando a sogra de Ippolit Vorobianinov, um antigo aristocrata que agora trabalha num cartório , confessa, no leito de morte, que escondeu as joias da família (diamantes e pérolas de valor inestimável) dentro do estofo de uma das doze cadeiras de um conjunto de jantar, para evitar que fossem confiscadas durante a Revolução Russa.
A dupla –Bénder e Vorobianinov - atravessa a União Soviética dos anos 20 tentando localizar cada uma das cadeiras, que foram dispersas e vendidas separadamente pelo Estado. Mas não estão sozinhos; o Padre Fiódor também descobre o segredo e inicia a sua própria busca frenética, entrando em situações absurdas.
É uma leitura leve e inteligente, onde o foco não é apenas o tesouro, mas a engenhosidade de Ostap Bénder — o "Grande Combinador" — para se safar das situações mais improváveis.
Se gosta de humor inteligente, crítica social e personagens memoráveis, é uma leitura obrigatória. É o tipo de clássico que não parece dar "trabalho" ler.
Livro como novo, ligeiramente pardacento
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