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Na actual economia do conhecimento e da competição global, as organizações terão mais dificuldades em sobreviver e progredir se não beneficiarem do empenhamento e espírito de cooperação dos seus colaboradores. É um dado adquirido que as pessoas são sensíveis à justiça organizacional e, em função dessa percepção, manifestam e adoptam, sob várias formas, atitudes e comportamentos que têm repercussões importantes nos resultados organizacionais. Partindo desta realidade, o autor analisa e procura explicar os elementos de que as pessoas se socorrem para proceder às suas avaliações e o modo como reagem a essas percepções.
As percepções de justiça são áreas tão diversas como os processos de recrutamento e selecção, estruturas salariais, despedimentos, sanções disciplinares, avaliações de desempenho, implementação de mudanças. E têm repercussões sobre o desempenho individual e organizacional, satisfação, confiança, absentismo, comportamentos retaliatórios, empenhamento, harmonia social, comportamentos de cidadania organizacional, etc.