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Jonathan Condit, médico, enviuvara muito novo e a sua profissão deixava-lhe muito pouco tempo para racejos e passatempos. Tratava do povo de Seascape quando este estava constipado ou com infecções; quando um homem se cortava gravemente, no campo, com a máquina de ceifar; quando várias crianças estavam atacadas de doenças próprias da idade.
Desde a morte de Edna (sua esposa) poucas mulheres tivera; apenas breves encontros, sem grandes ilusões.
Frances Lawson, divorciada de um magnate, enfermeira voluntária no hospital onde Jonathan prestava serviço, era uma das mais belas mulheres que ele tinha visto, mas esta visão procurou ele afastá-la para o mais longe possível, porque Ednafora na realidade o grande amor da sua vida.
Mas iria o Dr. Condit poder manter por muito tempo este afastamento deixando que a sua vida se resumisse somente aos doentes? Iria Jonathan enamorar-se por Frances? Iria Jonathan pôr fim ao seu celibato?
"Amar?...Estar enamorado era uma coisa, amar era outra. Não tinha ideia de se tornar a casar. Não era por estar preso a uma recordação (não tinha sido essa a razão que o tinha impedido desde a morte da mulher) mas o casamento implica responsabilidades, a entrega de nós próprios, e era isso que não queria voltar a fazer. Foi-lhe fácil com Edna por...Porquê? Porque era mais nova que ele e virgem. Com ela tudo era simples: era compreensiva."