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CARTAZES DE PROPAGANDA POLÍTICA DO ESTADO NOVO (1933-1949). *** Comissão Organizadora da Exposição: Fernando Rosas (F. C. S. H. da U. N. de Lisboa) – Helena Pinto Janeiro – Isabel Alarcão e Silva *** Autoria do Catálogo: Helena Pinto Janeiro – Isabel Alarcão e Silva *** Realização: Divisão de Actividades Culturais *** Capa e Arranjo Gráfico: José Maria Saldanha da Gama *** Fotografia: José Fabião *** Revisão: José Guimarães *** Apresentação: Manuel Villaverde Cabral [Director da Biblioteca Nacional] *** Lisboa: Biblioteca Nacional, 1988. Colecção: Catálogo – 27. (24 x 17 cm.) com 62 + [4] pp. + [38] pp. Com reproduções de cartazes a p/b.. Capa flexível, com badanas. Exemplar razoável. Capa com marcas de manuseamento, manchas (a mais importante junto da margem superior da capa da frente), alguns vincos discretos e um pouco gasta nas margens e na lombada, onde apresenta também pequenas áreas superficialmente roídas pela traça. Apesar de algo envelhecida, de um modo geral, está ainda apresentável. Páginas globalmente bem conservadas e limpas, embora apresentem um tom amarelecido e algumas manchas de acidez, tudo mais evidente nas primeiras e nas últimas e especialmente na parte em que contactam com as badanas. Tem, no entanto, uma assinatura de posse e uma data manuscrita no canto inferior direito da primeira página. *** Primeira edição do catálogo de uma expoisção de cartazes de propaganda política do Estado Novo, organizada pela Biblioteca Nacional com a colaboração da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e com a qual se procurou «pôr em destaque o papel do cartaz na máquina de propaganda do regime ditatorial» e salientar «a importância destes documentos iconográficos para a reconstituição e a interpretação da história contemporânea.» Lê-se na Introdução: «Esta exposição pretende trazer ao conhecimento do público a utilização que do cartaz fez o Estado Novo, enquanto meio de propaganda da política prosseguida pelo regime, em diversas áreas de actuação. Reúne-se assim pela primeira vez, em mostra pública, um material disperso por vários arquivos e entidades, o qual é susceptível de fornecer elementos para a análise de uma faceta do Estado Novo do maior significado em termos da história política e cultural do regime: o uso da propaganda política em moldes modernos, até então não vista em Portugal à escala em que o fez o Estado Novo, que em 1933, para tal, cria um organismo específico: o Secretariado da Propaganda Nacional (S. P. N.), mais tarde chamado Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo (S. N. I.).» O livro inclui além da descrição minuciosos de cerca de uma centena de cartazes, agrupados por secções, a reprodução de algumas dezenas das peças expostas. (Índice na imagem 3). Livro já invulgar e muito apreciado. *** Portes: envio gratuito em correio normal (tarifa especial para livros) * envio em correio registado: 2,00