JÁ SE PODE BRINCAR NA RELVA.

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JÁ SE PODE BRINCAR NA RELVA.
Autor(a)
Rui de Brito
Editora
Livros Época
Género Literário
Autores Portugueses
Romance
Sinopse

JÁ SE PODE BRINCAR NA RELVA. Romance. *** Rui de Brito *** Prefácio de Alberto Ferreira *** [Sem ind. de local: Lisboa (?)]: Livros Época, [1970]. (Composto e impresso por Eurográfica Lda.). Colecção Época – 1. (18,5 x 13 cm.) com XXI + [1] + 144 + [4] pp. Capa flexível. Exemplar razoável. Capa com marcas de manuseamento, pequenas perdas de cor em alguns pontos, vincos discretos e um pouco gasta nas margens e na lombada, apresentando-se ainda um pouco amarelecida na parte de dentro, especialmente junto das margens. Apesar de tudo, de um modo geral, está ainda muito apresentável. Páginas globalmente bem conservadas, embora apresentem um tom amarelecido, mais evidente nas primeiras e nas últimas e especialmente junto das margens. Na primeira página tem dois carimbos, um dos quais (circular) ficou parcialmente espelhado na parte de dentro da capa da frente e o outro (igual ao que está na parte de dentro da contracapa) repete-se na base de mais três páginas. No canto superior direito da mesma página tem dois números manuscritos. *** Primeira edição deste romance, que teve uma 2.ª edição em 2021, de que se transcreve a sinopse: «Um narrador anónimo, trintão e escritor em bloqueio criativo, que acredita que a "liberdade de pensar jamais criará uma sociedade comandada por minorias totalitárias", os seus amigos – o escultor André, a quem, aparentemente, só interessam a sua arte e as proezas sexuais com o belo sexo; o finalista de arquitectura Sales, que não quer desenhar "barracas para patos-bravos nem vai apodrecer nas Câmaras"; Carlota, a namorada de Sales, a quem este ocultou ser militante comunista e a quem ela ocultou estar grávida; o médico Ângelo, que dá "consultas sem receber dinheiro, oferecendo os medicamentos ainda por cima" e que "por uma miséria de ordenado vê por mês seiscentos cadáveres adiados na dependência da instituição dita assistencial" até sofrer um enfarte do miocárdio fatal; o poeta-actor "sem remissão que gosta de homens e se embebeda no palco" e padece da "desilusão constante de ser poeta" – a sua amada Maria "encarnação de um amor que liberta e redime", que dorme nua "com a placidez desprendida de um peixe dourado", e ainda uma Lisboa, sob o espectro permanente de um terramoto, onde "as famílias pequeno-burguesas bem instaladas são um tratado de açorda", mas se vive um clima de vícios privados, públicas virtudes de que a prostituição é um dos epifenómenos mais visíveis. Tudo isto tendo como pano de fundo a primavera marcelista tecnocrática e nova-rica, a decorrer num país presa dos seus atavismos, exponenciados por muitos anos de um regime autocrático, de raiz provinciana e clerical, sobre o qual ainda paira a sombra da Guerra de África, da censura, da polícia política e de enormes desigualdades sociais. Apesar de tudo isso, o narrador acabará por ultrapassar o seu bloqueio criativo quando interioriza, numa epifania nocturna, que se ele, os seus amigos e muitos concidadãos, vencerem os seus medos, já será possível brincar na relva.» Pouco vulgar. *** Portes: envio gratuito em correio normal (tarifa especial para livros) * envio em correio registado: 1,70

Idioma
Português
Preço
8.00€
Estado do livro
Em razoável estado (ver a descrição).
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