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SOBRE ARTE, TÉCNICA, LINGUAGEM E POLÍTICA. *** Walter Benjamin *** Tradução de Maria Luz Moita [A Obra de Arte na Era da sua Reprodutibilidade Técnica (Das Kunstwerk im Zeittalter seiner technischen Reproduzierbarkeit – 1936-39); O Autor enquanto Produtor (Der Autor als Produzent – 1934); Pequena História da Fotografia (Kleine Geschichte der Photographie – 1931); Sobre a Linguagem em Geral e sobre a Linguagem Humana (Über Sprache überhaupt und die Sprache des Menschen – 1916)], Maria Amélia Cruz [O Narrador (Der Erzähler – 1936); Teoria das Semelhanças (Lehre vom Ähnlichen – 1933); O Brinquedo e o Jogo (Spielzeug und Spielen – 1928)] e Manuel Alberto [Teses sobre a Filosofia da História (Über den Begriff der Geschichte – 1940); Problemas da Sociologia e da Linguagem (Zeitschrift für Sozialforschung – 1935)] *** Prefácio de T. W. Adorno *** Lisboa: Relógio d’Água Editores Lda., [Sem ind. de ano: 1992 (?) – data do copyright e do Depósito Legal]. Colecção: Antropos. (21 x 14 cm.) com 235 + [5] pp. Capa flexível. Exemplar razoável. Capa com marcas de manuseamento, manchas ligeiras no lado exterior e pequenas manchas de acidez na parte de dentro e com um pequeno desgaste nas margens. Apesar de evidenciar algum envelhecimento, de um modo geral, está ainda bastante apresentável. Páginas globalmente bem conservadas e limpas, embora apresentem pequenas manchas de acidez, que se concentram sobretudo nas primeiras, nas últimas e nos cortes e acabam por conferir-lhes um aspecto um pouco envelhecido. *** Presumível primeira edição portuguesa deste conjunto de ensaios de Walter Benjamin, filósofo alemão de origem judaica, cija obra impressiona ainda hoje pela actualidade dos seus assuntos e pela modernidade da sua abordagem. Lê-se na contracapa: «O nome do filósofo cuja vida se extinguiu durante a fuga aos polícias hitlerianos foi adquirindo uma auréola nos quinze anos que decorreram desde a sua morte, apesar do carácter esotérico dos seus primeiros trabalhos e do carácter fragmentário dos últimos. O fascínio pela pessoa e oeuvre leva inevitavelmente a uma atracção magnética ou a uma defesa estremecida. Sob o olhar das suas palavras tudo se transforma como se se tornasse radioactivo. Mas a sua capacidade de distinguir constantemente novos aspectos das coisas — não tanto pelo processo que consiste em romper criticamente as convenções como pelo de relacionar-se com o objecto de acordo com a sua organização interna, como se a convenção nenhum poder tivesse sobre ele — não pode apreender-se seriamente através do conceito de originalidade. Nenhum pensamento original desse homem inesgotável se assemelha a algo sem mistura.» [T. W. Adorno, 1955]. (Índice na imagem 4). *** Portes: envio gratuito em correio normal (tarifa especial para livros) * envio em correio registado: 2,00