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Autor: MANN, Klaus (1906 - 1949)
Título: Mefisto
Porto, Edições Asa, 1996
Tradução (do alemão) e prefácio: Maria Assunção Pinto Correia
Nº páginas: 400 pp.
Dimensões: 20,5 cm x 13 cm
Colecção: Letras do mundo
1ª edição em Portugal
Livro com encadernação editorial e sobrecapa.
Tema: Literatura alemã - Romance
Nota: livro esgotado no editor
ver contracapa do livro nos anexos
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Das badanas do livro:
«Filho do escritor Thomas Mann, Klaus Mann nasce em Munique a 18 de Novembro de 1906 e suicida-se em Cannes a 21 de Maio de 1949.
Em 1933, na sequência da tomada do poder pelos nacional-socialistas, opta pelo exílio, e em 1934 é-lhe retirada a cidadania alemã.
Para trás ficam uma intensa actividade de crítico teatral, textos dramáticos, contos, o relato de uma longa viagem pela América e pela Ásia na companbia de sua irmá Erika. Klaus Mann torna-se uma figura central da literatura alemã exilada e a sua errância pelas grandes cidades europeias, com o intuito de alertar para os perigos do fascismo, assume quase o cariz de uma missão. Por isso estará presente nos locais onde o futuro da Europa se discute - Congressos de Escritores de Moscovo (1934) e de Paris (1935) - e onde se trava o combate pela liberdade e pela democracia (reportagens da Guerra Civil de Espanha, 1938).
Os seus romances mais importantes - 'Sinfonia Patética' (1935), 'Mefisto' (1936) e 'O Vulcão' (1939) - são escritos no exilio.
Em 1937, Klaus Mann fixa-se nos Estados Unidos e é em inglês que, nos anos quarenta, escreve uma das suas obras mais interessantes - 'a autobiografia The Turning-Point' (1942) -, assim como o ensaio sobre Gide, 'André Gide and the Crisis of Modern Thought', de 1943, ano em que adquire a nacionalidade americana. Participa então na campanha dos Aliados em Itália e visita no pós-guerra a sua Alemanha natal. Em 1945, colabora com Rossellini no guião do filme Paisà.
Factores vários, para alguns apenas de ordem pessoal - a dependência de drogas duras e a homossexualidade -, para outros de ordem ideológica e poli ica - a desilusão crescente e o pessimismo perante os rumos da Alemanha do pós-guerra e da própria Europa -, conduzem-no em 1949 ao suicídio já por várias vezes tentado.»