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Sala 2
Volgestein, um cinquentão solitário que sempre viveu protegido entre os livros de sua biblioteca, recebe inesperadamente a oportunidade de ir a Buenos Aires para um congresso sobre Edgar Allan Poe. Ali, ele tem o privilégio de conhecer seu ídolo ― Jorge Luis Borges ―, mas logo se verá envolvido no centro de um crime.
Publicado originalmente em 2000, Borges e os orangotangos eternos foi o sexto volume da coleção Literatura ou Morte, em que a Companhia das Letras convidou escritores para escreverem sobre outros escritores célebres da literatura mundial ― Luis Fernando Verissimo escolheu Jorge Luis Borges. O resultado é uma verdadeira ode à literatura e à ficção policial, escrita por um de nossos grandes mestres.
A história é narrada por Vogelstein, que tem sua pacata vida sacudida pelo destino quando é convidado para um congresso da Israfel Society, formada por especialistas em Edgar Allan Poe. Desta vez a sociedade se reunirá em Buenos Aires, onde, para sua surpresa, Vogelstein conhecerá ninguém menos que Jorge Luis Borges. E, por circunstâncias criadas aparentemente pelo amor à literatura, ele se verá no centro de um crime rocambolesco envolvendo demônios arcanos e os mistérios da cabala. Sem querer, alguém poderá pronunciar certas palavras mágicas e pôr em risco a existência do mundo dos homens...