DEVEMOS ACREDITAR NO DIABO ? -

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DEVEMOS ACREDITAR NO DIABO ? -
Autor(a)
Marie Michèle Bourrat - Anne Soupa
Editora
Círculo de Leitores
Género Literário
Religião
Desenvolvimento pessoal
Outro
Sinopse

DEVEMOS ACREDITAR NO DIABO ? -

Marie Michèle Bourrat - Anne Soupa

Edição: Círculo de Leitores

ISBN:9724217469

Páginas:154

Dimensões: 200x125 mm

Capa dura

Peso: 219

 

Exemplar em muito bom estado.

 

PREÇO: 8.00€

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A obra "Devemos Acreditar no Diabo?" (no original francês: Faut-il croire au Diable?), da autoria de Marie-Michèle Bourrat e Anne Soupa, é um livro que aborda a figura do Diabo sob uma perspetiva teológica, histórica e cultural, questionando a sua existência e influência na sociedade contemporânea. Publicado em 2015, o livro faz parte de um debate mais amplo sobre o mal, o sobrenatural e a fé no contexto moderno.

Autoras

    Marie-Michèle Bourrat:

        Jornalista e escritora francesa, especializada em temas religiosos e espirituais.

        Colaborou com veículos como La Vie e Le Pèlerin, focando-se em questões de fé, ética e sociedade.

    Anne Soupa:

        Teóloga, escritora e ativista católica francesa, conhecida por seu engajamento em debates sobre a Igreja Católica, feminismo e reforma religiosa.

        Fundadora da Conférence Catholique des Baptisé-es de France, um movimento que defende a participação leiga na Igreja.

Conteúdo e Temas Principais

    Análise Histórica e Teológica:

        O livro traça a evolução da figura do Diabo nas tradições judaico-cristãs, desde o Antigo Testamento até às interpretações modernas.

        Explora como o Diabo foi utilizado pela Igreja para personificar o mal e controlar comportamentos sociais.

    Crítica à Personificação do Mal:

        As autoras questionam se a crença no Diabo é necessária para compreender o mal no mundo.

        Argumentam que a noção de um "ser maligno" pode ser um constructo cultural e teológico, em vez de uma realidade metafísica.

    Diálogo com a Modernidade:

        Discute como a ciência, a psicologia e a filosofia contemporâneas explicam o mal (ex.: teorias sobre a natureza humana, sociopatia, estruturas sociais opressivas).

        Aborda o declínio da crença no Diabo nas sociedades secularizadas, mas também sua persistência em grupos fundamentalistas.

    Perspetivas Práticas:

        O livro inclui testemunhos de exorcistas, psicólogos e vítimas de suposta "influência diabólica", contrastando visões tradicionais com abordagens científicas.

        Reflete sobre como a crença no Diabo afeta a vida das pessoas, desde traumas religiosos até à libertação de culpas.

Estrutura da Obra

    O livro está organizado em capítulos temáticos, que intercalam:

        Análise bíblica (ex.: a serpente no Génesis, Satanás nos Evangelhos).

        História da Igreja (ex.: a caça às bruxas, o Tribunal do Santo Ofício).

        Casos contemporâneos (ex.: exorcismos, possessões e histeria coletiva).

        Entrevistas e debates com especialistas.

Teses Principais

    O Diabo como Metáfora:

        As autoras sugerem que o Diabo pode ser uma representação simbólica do mal interior humano e das estruturas injustas da sociedade.

    Crítica à Instrumentalização Religiosa:

        Denunciam como a ideia do Diabo foi usada para legitimar a perseguição a minorias, mulheres (bruxas) e dissidentes religiosos.

    Apelo à Responsabilidade Humana:

        Defendem que atribuir o mal a uma entidade externa (o Diabo) pode impedir a reflexão sobre a responsabilidade ética individual e coletiva.

Receção e Impacto

    O livro gerou debate em círculos católicos franceses, especialmente entre conservadores (que defendem a existência literal do Diabo) e progressistas (que veem o mal como resultado de escolhas humanas).

    Foi elogiado por sua abordagem acessível e multidisciplinar, combinando teologia, história e ciências sociais.

    Críticos conservadores acusaram as autoras de minimizar a realidade do mal sobrenatural.

Contexto das Autoras

    Anne Soupa é conhecida por suas posições reformistas na Igreja Católica, incluindo a defesa da ordenação de mulheres e do fim do celibato clerical.

    Marie-Michèle Bourrat traz uma visão jornalística, focada em tornar temas complexos acessíveis ao público geral.

Por Que Ler Esta Obra?

    Para compreender a evolução do conceito do Diabo no pensamento ocidental.

    Para refletir sobre a natureza do mal além de enquadramentos religiosos tradicionais.

    Como introdução à teologia liberal e às correntes críticas dentro do cristianismo.

Citação Representativa

"Se o Diabo não existe, então somos nós os únicos responsáveis pelo mal que cometemos. Essa é talvez a verdade mais assustadora."

— Reflexão das autoras sobre a responsabilidade humana.

Conclusão

"Devemos Acreditar no Diabo?" é uma obra provocadora que convida o leitor a questionar dogmas e a repensar o mal numa perspetiva racional e humanista. Recomendada para quem se interessa por teologia, história das religiões e filosofia moral.

Idioma
Português
Preço
8.00€
Estado do livro
Exemplar em muito bom estado.
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