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Nesta sua novela, Hélia Correia abandona o seu universo habitual, fala de um desespero recente e urbano, o de António, que depois de se ter dado à arrogância de querer um mundo perfeito se sentia a envelhecer e, no entanto, ainda longe da morte.
Tudo começa quando o corpo de uma rapariga surge entre os seus olhos e o mar, ofendendo-o com o seu rosto mal despojado ainda dos vícios da infância. António vai viver com Bárbara e os seus amigos e aprende a usar o silêncio e o sossego que assentavam nas coisas com uma veemência desconhecida.
Data de publicação: 1987