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Da colecção: cientistas que transformaram o mundo
O bacteriologista que descobriu a penicilina, um fármaco que salvou milhões de vidas.
Grande parte dos médicos considera que a descoberta da penicilina representa o maior progresso de sempre no campo da medicina. Antes de existir a penicilina, qualquer pessoa podia morrer de uma simples infecção que não era possível controlar.
Os hospitais enchiam-se de pessoas com infecções graves causadas por micróbios que lhes minavam o organismo, sem que nada os detivesse. Havia mulheres que morriam de parte e bebés que expiravam pouco depois de nascer. Muitas crianças morriam com escarlatina ou devido a infecções na garganta, no estômago e no cérebro, ou com doenças de pele. Um simples espinho ou um pequeno corte podiam ser fatais. estas doenças estão hoje definitivamente dominadas graças à entrada em cena dos antibióticos - medicamentos que se servem de um micróbio para destruir outro.
esta é a história de um homem, Alexander Fleming, cuja brilhante descoberta de um bolor, que acidentalmente se formara no seu laboratório, abriu as portas a uma nova era. Foi ele quem descobriu o primeiro e ainda hoje melhor dos antibióticos: a penicilina. É, simultaneamente, a história da equipa de cientistas de Oxford que transformou o extracto impuro do fungo num medicamento destinado a salvar um número incalculável de vidas.