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«Inocêncio Mendes pensou: estão loucas. Depois pensou: não, eu é que estou louco. Razão tinha a colega Judite: num mundo a enlouquecer, será sensato tentar manter a razão?»
Há pessoas a serem perseguidas nas ruas pelas mais variadas razões. Uma conspiração? Ou apenas o ar do tempo?
Enquanto tenta sobreviver ao caos, a inspetora Judite Furriel identifica um padrão que liga vários episódios de violência a uma narrativa invisível que se infiltra no quotidiano. Quem decide quem merece viver?
Rui Zink continua a fazer das suas, pesando palavras e ideias para lhes devolver a merecida leveza. Como uma criança num salão de jogos, enfia a moeda na ranhura e, com as pinças da grua, tira-nos o boneco.
«Muita gente acorreu ao terreno a tentar ajudar, além das autoridades. E outra boa dose de charlatães, ou mesmo sociopatas, sempre rápidos a tirar proveito do sofrimento alheio, sobretudo se achassem que a compiaxão humana era fraqueza, não força.»
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Jaime Manuel Silva
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