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“Ou será que está, de verdade, muito desiludida com o mar?
Não o creio, e quero recusar-me a acreditar que esteja assim de relações tão tensas com o mar. Se não, veja:
A senhora já pensou bem como ele é belo quando visto lá do alto, da frente da sua casa?”
E então a dona Ermelinda, dirigindo-se lentamente para a porta de saída do consultório, disse:
— O mar!... O mar!...
Olhe, senhor doutor... ontem nem olhei para ele.
E nem pronunciou mais uma palavra que fosse.