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Vinte e Quatro Horas da Vida de Uma Mulher, de Stefan Zweig. Coleção Livros de Bolso Europa-América n. 41.
Stefan Zweig nasceu em Viena, Áustria, em 1881.
Espírito pacifista e universalista, a sua irredutível oposição ao nacional-socialismo obrigou-o ao exílio, levando-o, primeiro, à Inglaterra onde, amargurado por ver a Europa espezinhada por Hitler, viria a suicidar-se, juntamente com a esposa, em 1942, no Brasil.
Stefan Zweig cultivou os mais diversos géneros literários, desde a poesia ao romance, desde o estudo biográfico (é de assinalar uma sua biografia de Fernão de Magalhães) ao ensaio literário e histórico, onde manifesta um conhecimento penetrante da civilização europeia.
As suas novelas — Amok, Carta de Uma Desconhecida, Um Coração Desfeito, Vinte e Quatro Horas da Vida de Uma Mulher — são apenas algumas, solidamente construídas, de estilo límpido, sem arrebatamentos, mas palpitantes de sentimento e calor humano.
Que são vinte e quatro horas na vida de uma mulher?
Podem não ser nada: monotonia do dia-a-dia.
Podem ser o fluír monótono da rotina ou uma catadupa de acontecimentos intensos, capazes de alterar o curso de uma existência, que mudem as águas do destino e a obriguem a rever toda a sua óptica de vida.
Podem ser um drama psicológico, todo um drama interior, ou a explosão de um mundo íntimo até então adormecido.
Stefan Zweig demonstra-o na novela que apresentamos aos leitores.