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Edição Estampa de 1976 em 3 volumes
Tradução de Luiza Neto Jorge e Manuel João Gomes
Por volta de 1500 cinco homens e cinco mulheres vêem-se encurralados pelas cheias e são obrigados a refugiar-se numa abadia no alto dos Pirenéus. Quando lhes dizem que devem esperar dias para que uma ponte seja reparada, inspiram-se — lembrando o Decamerão de Boccaccio — a passar o tempo de forma culta, cada um contando uma história todos os dias.
As histórias, no entanto, cedo degeneram numa batalha verbal entre os sexos, à medida que as personagens tecem contos de frades corruptos, nobres adúlteros e esposas enganadoras.
Do cínico Saffredent ao jovem idealista Dagoucin ou ao moderado Parlamente - que se acredita expressar as próprias opiniões de Margarida de Navarra - O Heptameron proporciona uma visão fascinante das mentes e paixões da nobreza da França do século XVI