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Edição Bertrand de 1989
Tradução de Luís de Almeida Campos
Muitos especialistas da obra de Woody Allen consideram Manhattan um dos seus filmes mais sinceros e pungentes, talvez mesmo o mais sincero e pungente de um autor extremamente autobiográfico, que «põe em filme» todas as suas obsessões e todos os seus problemas, numa cadeia de factos admiravelmente organizados.
Obcecado por mitos cinematográficos, literários e outros, Woody Allen faz um percurso altamente humano nesta obra marcada por um grande desejo de felicidade e pelo medo de a perder.
E este texto, lido, escrito por Allen e o seu colaborador Marshall Brickman, o que é? Uma pequena maravilha de linguagem, de uma riqueza que se descobre linha a linha e que nos dá a medida de um grande do cinema e da arte da palavra.