Sê o primeiro a adicionar este livro aos favoritos!
Edição Presença de 1987
A tese central destes ensaios de João Barrento é a de que o modo de ser moderno reside numa tensão criativa entre cerebralismo e desejo. A partir dela, o autor faz uma interessante comparação entre o sensacionismo português e o alemão, analisa as figuras da poesia urbana em Baudelaire, Pessoa e nos expressionistas, bem como a questão da alteridade e da heteronímia. No ensaio final, João Barrento aprofunda o papel das vanguardas artísticas, de um ponto de vista sociológico.