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Edição de 1955 da Livraria Civilização Editora
Tradução de Alice Ogando
"Não é por acaso que reuni num só livro estes três ensaios sobre Balzac, Dickens e Dostoievski. Com um propósito comum, procuro mostrar os três grandes romancistas — e, na minha opinião, os únicos — do século XIX como protótipos que, precisamente pelo contraste nas suas personalidades, se complementam e talvez elevem a uma forma clara e distinta o conceito de romancista, isto é, de criador de mundos épicos… Cada um destes artistas cria uma lei da vida, um conceito de vida, com a profusão dos seus personagens, e destaca-as com uma harmonia tal que, graças a elas, o mundo assume uma nova forma." Stefan Zweig Um ensaio que já se tornou clássico e essencial. Com habilidade, sensibilidade e originalidade, Zweig transita entre as vidas e as obras destes três génios, percorrendo, como que escrevendo uma grande e inovadora meta-romance, tanto as vicissitudes biográficas como a psique do seu processo criativo, bem como as personagens, os fundamentos e as intenções das figuras que criaram. Mergulha nos próprios alicerces de ambos, procurando desvendar as ligações mais essenciais ou decisivas entre as vidas dos autores e os efeitos das suas brilhantes criações. Um estudo fascinante, perspicaz e preciso.