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Edição de 1980 do Instituto de Cultura e Língua Portuguesa
A palavra Vanguarda tem hoje uma carga significativa que torna relevante o seu uso nas interpretações literárias. Não se faz neste ensaio uma história da poesia portuguesa no século XX mas sim uma nova leitura, sincrónica e perspectivada, sob o critério operacional da noção de Vanguarda. Procura-se inquirir os vários significados dessa mesma noção e a maior ou menor pertinência das suas práticas no contexto da poesia portuguesa do século.