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A laranja mecânica é a chocante confissão de Alex, um jovem delinquente que relata os seus excessos criminosos na companhia dos amigos Pete, Georgie e Lerdo. Juntos, divertem-se ao máximo a praticar actos de violência, sem sentir qualquer remorso. Detido após a violação brutal da mulher de um escritor, Alex dá conta da sua «reeducação» no contexto de um projecto do Governo para erradicar a violência. Uma vez reinserido na sociedade, as consequências dessa experiência para Alex serão tragicamente inesperadas.
Publicada pela primeira vez em 1962, A laranja mecânica é hoje amplamente reconhecida como uma das obras literárias mais influentes do século XX. O livro pode ser lido como uma distopia tragicómica ou como uma fábula sobre o bem e o mal e a importância do livre-arbítrio.
A obra destaca-se pela criação do Nadsat, um calão juvenil que mistura inglês e russo. O livro nasceu de um diagnóstico médico errado que deu a Burgess apenas um ano de vida, impulsionando-o a escrever para garantir o futuro financeiro da esposa.
Origem do Nadsat: Burgess inventou esta linguagem, baseada em gírias inglesas e raízes russas, para garantir que o livro não datasse rapidamente, focando na linguagem interna dos jovens.
Os direitos de adaptação ao cinema foram inicialmente vendidos a Mick Jagger, dos Rolling Stones, por apenas 500 dólares, muito antes de Stanley Kubrick assumir o projeto.
O 21º Capítulo Faltante: A edição original americana omitiu o 21º capítulo (o último), que mostra Alex a amadurecer e a abandonar a violência voluntariamente. Burgess lutou para manter a conclusão original, que reflete o livre arbítrio.
"Clockwork Orange" é uma metáfora para a aplicação de uma mecânica comportamental (o condicionamento) a um organismo vivo (o ser humano), retirando-lhe o livre arbítrio
Livro em bom estado apresentando sinais do tempo
Tradução de José Luandino Vieira
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