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A obra explora a ideia de homens "mínimos" ou marginais que se deparam com os limites do conhecimento, da geografia e da própria sanidade em um século marcado pela fragmentação.
A obra é composta por uma coleção de doze narrativas interligadas que exploram temas como a exploração, a loucura e a busca por identidade em cenários exóticos e históricos. O livro insere-se no movimento literário conhecido como Geração Crack, do qual Padilla foi um dos fundadores, caracterizado por uma rutura com o realismo mágico e uma aposta em temas universais e estruturas narrativas complexas.
Aventureiros relutantes, soldados amnésicos, geógrafos loucos e exilados de si mesmos. Homens insignificantes, todos eles, mas capazes de vislumbrar o inatingível. Estes são os personagens que transitam pelas antípodas e pelo século, nas doze obras-primas que compõem o último livro de Ignacio Padilla. Seres insólitos, percursos indemonstráveis e descobertas que vão além do aparentemente possível misturam-se nestas histórias em que a paixão pelo desconhecido é o motor da viagem de cada homem até aquele ponto a partir do qual já não é possível regressar.
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