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Em 1348, aos vinte e dois anos, Joana I, rainha de Nápoles, foi apresentada em julgamento ao Papa, acusada do homicídio do primo e marido, o príncipe húngaro André. Defendeu-se em latim e foi absolvida transformando-se então na única mulher monarca do seu tempo a governar em nome próprio. Presidiu durante mais de trinta anos a uma das cortes europeias mais prestigiadas e influentes, até ser ela própria assassinada. Pela primeira vez, Nancy Goldstone conta a história de uma das mais corajosas e influentes mulheres da história, pintando um retrato cativante da realeza medieval em toda a sua esplêndida complexidade. Joana I foi uma rainha medieval obrigada a lidar com intrigas políticas no seio da própria família e do estado em tenra idade. Apesar da sua atenção para com os pormenores históricos, esta biografia lê-se compulsivamente.