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"Esta obra tenta explicar por que motivo comentadores populares e académicos consideram ser quase impossível definir o conceito de masculinidade. Principalmente porque esse conceito não existe.
Servindo-se de uma reavaliação das ideias de pensadores como Sigmund Freud e Thomas Hobbes, o autor demonstra que as sociedades modernas enfrentaram o problema de explicar como homens e mulheres tinham direitos iguais vivendo, contudo, de uma forma tão diferente e como resolveram esse problema recorrendo à invenção do conceito de masculinidade."