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Para muitos dos jornalistas que cobriram as guerras centro-americanas na década de 1980, Gioconda Belli foi a revolução nicaraguense na sua forma mais glamorosa e sedutora. Uma filha girissima e sexy da classe média alta, Belli havia se rebelado primeiro contra as convenções, ao publicar poesia que era franca sobre o desejo feminino, depois contra os costumes da sua classe ao ter um amante enquanto era casada. Finalmente, ela rebelou se contra a ditadura de 40 anos do clã Somoza (governava a Nicarágua desde 1936) ao se aliar aos sandinistas.