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Este segundo e último volume confirma a surpreendente originalidade, na forma e no tema, de uma obra tão actual quanto inédita
Um ruído pesado, rítmico, vindo de perto, assombrara Preston. Um som, por certo não natural, de uma máquina gigantesca, vermelha, que tinha, no flanco, em amarelo vivo, a foice e o martelo e as letras CCCP. Os Soviéticos tinham vencido a Terceira Guerra Mundial
Preston deveria tomar soluções urgentes e, para tal, teria de servir-se de todas as suas qualidades cerebrais. Raras obras reúnem tantos ingredientes de valorização, como O Prado dos Duendes, em que o conhecimento científico, presente e futuro, se alie ao sentido do Maravilhoso de todos os tempos