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ESPECTROS DE BATEPÁ. Memórias e narrativas do «Massacre de 1953» em São Tomé e Príncipe. *** Inês Nascimento Rodrigues *** Porto: Edições Afrontamento, 2018. Colecção: Memoirs – Filhos de Império – 2. (23,5 x 16 cm.) com 300 + [4] pp. Capa flexível, com badanas. Bom exemplar. Capa com marcas de manuseamento, alguns vincos de pressão e um ligeiro desgaste nas margens, mas, de um modo geral, ainda em bom estado e limpa. Páginas bem conservadas e limpas. *** Primeira edição desta obra que resulta de um projecto de doutoramento elaborado no âmbito do programa de “Pós-Colonialismos e Cidadania Global” do Centro de Estudos Sociais da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (CES/FEUC) e do trabalho desenvolvido no projecto “CROME – Memórias Cruzadas, Políticas do Silêncio: as guerras coloniais e de libertação em tempos pós-coloniais”, do qual a Autora é investigadora. De acordo com o texto impresso numa das badanas: «O massacre de 1953 em São Tomé e Príncipe é, em Espectros de Batepá, encarado não apenas como um evento histórico, mas como um evento cuja dimensão simbólica necessita de ser trazida para o centro da investigação. O ponto de partida do livro assenta, assim, na convicção de que, na impossibilidade de aceder totalmente ao que constituiu a experiência do massacre, é através da imaginação e das representações que se podem contar múltiplas memórias do evento, algumas que legitimam as narrativas públicas e/ou oficiais – ou que delas se aproximam através de versões seletivas do passado –, e outras que fazem parte de um processo mais inclusivo, em que se criam espaços discursivos, simbólicos e políticos que permitem articular memórias não-dominantes sobre os referidos acontecimentos. Estas linhas de narração e de interpretação do passado comportam, naturalmente, diversos silêncios e ausências que, neste caso, se vão manifestar simbólica ou literalmente através da figura do espectro. O que contam os espectros sobre as memórias de Batepá e sobre o colonialismo português nas ilhas? O que revelam sobre as relações de poder e sobre a sociedade colonial? O que dizem os espectros sobre identidades sociais e grupos marginalizados no arquipélago? Quem escreve o massacre e quem o comemora? Como são desenhados Portugal e São Tomé e Príncipe nestas representações? Estas são algumas das questões a que o presente livro procura responder.» (Índice nas imagens 3 e 4). Há muito esgotado. *** Portes: envio gratuito em correio normal (tarifa especial para livros) * envio em correio registado: 2,00