NAVIOS DA ARMADA PORTUGUESA NA GRANDE GUERRA.

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NAVIOS DA ARMADA PORTUGUESA NA GRANDE GUERRA.
Autor(a)
José Ferreira dos Santos
Editora
Academia de Marinha
Género Literário
Autores Portugueses
Outro
Sinopse

NAVIOS DA ARMADA PORTUGUESA NA GRANDE GUERRA. *** José Ferreira dos Santos [Capitão da Marinha Mercante] *** Prefácio: Luís Fraser Monteiro [Professor catedrático, aposentado da Universidade Nova de Lisboa] *** [Lisboa]: Academia de Marinha, 2008. (16,5 x 24 cm.) com 259 + [1] pp. Com numerosas ilustrações a p/b.. Capa flexível, com badanas. Exemplar razoável. Capa com marcas de manuseamento, algumas pequenas manchas e um ligeiro desgaste nas margens e na lombada, que apresenta também vincos de abertura. Apesar disso, de um modo geral, encontra-se ainda em bom estado e limpa. Páginas globalmente bem conservadas e limpas, apresentando apenas algumas ocasionais manchas (ligeiras e raras). *** Primeira edição deste livro, publicado na sequência de uma exposição fotográfica intitulada Navios da Armada Portuguesa na [Primeira] Grande Guerra, inaugurada em 30 de Março de 2006, na Sociedade Histórica da Independência de Portugal, e no qual se publicam as fotografias expostas, acompanhadas por pequenos apontamentos sobre cada um dos navios, apresentadas pela ordem alfabética dos nomes dos navios, independentemente da sua tipologia. A presente obra pretendeu «mostrar, a um público novo e quase totalmente desconhecedor da nossa história naval mais recente, o esforço que a recém implantada República teve de fazer, para se manter, entre as potências europeias com interesses coloniais, sem perder a dignidade herdada do seu passado de grande nação marítima. Mal equipado de uma marinha de guerra digna desse nome, o enorme esforço que o País exigiu aos seus navios de comércio e de pesca, improvisadamente militarizados, está bem patente nestas páginas, donde ressalta, para exemplo, a gesta heróica do Augusto de Castilho e da sua tripulação.» «Tem sido prática corrente a maioria das Marinhas, em períodos de crise e em casos de hostilidade declarada, socorrerem-se de navios mercantes (de comércio e de pesca), e de embarcações de recreio, para aumentarem os seus efectivos navais, pois em tempos de guerra os navios militares nunca são demasiados. A Marinha Portuguesa não constituiu excepção àquela regra e, como consequência de, em 9 de Março de 1916, a Alemanha ter declarado guerra a Portugal, algumas dezenas de navios de comércio e de pesca, além de diversas embarcações de recreio, foram requisitados, artilhados e incorporados na nossa Armada mercê da visão, dinamismo e energia do capitão-de-fragata Jaime Daniel Leotte do Rego que comandava a Divisão Naval de Defesa e Instrução, mandada constituir por portaria de 5 de Julho de 1915. Na referida exposição figuraram fotografias de várias dezenas de navios a maioria dos quais havia sido construída propositadamente para a Armada, vinte e cinco eram navios de comércio, doze eram navios de pesca e dois começaram por ser navios de recreio.» Tiragem de apenas 500 exemplares. Curioso e já pouco comum. *** Portes: envio gratuito em correio normal (tarifa especial para livros) * envio em correio registado: 2,00

Idioma
Português
Preço
15.00€
Estado do livro
Em razoável estado (ver a descrição).
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