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A História de Lisboa é feita de vidas, lugares, paixões, tragédias, confrontos, conspirações. Conhecer Lisboa é também recuar no tempo e descobrir a cidade que passou pelas piores calamidades desde o terramoto de 1755, passando pela Peste Negra, até ao dilúvio que matou centenas de lisboetas, mas que sempre se ergueu. Uns, como Calouste Gulbenkian, vieram de fora e apaixonaram-se perdidamente, outros, como o Marquês de Pombal, fizeram-na renascer das cinzas. E que histórias terão os seus lugares para contar? O Paço da Ribeira foi destruído em 1755, mas assistiu a tanto… À partida das caravelas, a tragédias, casamentos reais, o bulício do Terreiro do Paço e das suas gentes. Já o Aqueduto das Águas Livres abria caminho pelos campos e pela cidade para trazer água àqueles que dela precisavam. Mas Lisboa é feita também de vilões e de heróis. Dos primeiros reza a história que matavam em série, como Diogo Alves, que, em 1841, foi acusado de assassinar 70 pessoas, ou que burlavam os mais incautos. Já os heróis ficarão para sempre na memória dos lisboetas e Martim Moniz ou os Mártires da Pátria não são apenas topónimos desta cidade, mas, acima de tudo, heróis que deram a vida por aquilo em que acreditavam.