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«Quando José Tolentino Mendonça escreve que “o mundo é aquilo que nos separa do mundo”, sabemos que o primeiro “mundo” é o mundo mundano, e o segundo é um mundo mudado. O que Tolentino sugere é que a atenção e a aceitação fazem com que o mundo não se oponha ao mundo. Daí estes cuidadosos versos sobre Jacob e o anjo, sobre Rothko e a identidade instável, sobre os castanheiros ou essa “bicicleta caída junto às primeira paixões sombrias”.»
Pedro Mexia, Público
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