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«Terminei a leitura destas crónicas assaltado pelos versos finais do poema Pedra filosofal de António Gedeão. Quer dizer, por imagens da autora a fazer pular a bola colorida do mundo saltitando-lhe entre as mãos sob esse olhar de mulher viajante, salta-pocinhas, aventureira em cata dos encantos do globo terrestre. Outra imagem me surgiu - essa frequente - a de Fernão Mendes Pinto em versão moderna: uma mulher a viajar sozinha pelo planeta.»
Do prefácio de Onésimo Teotónio Almeida