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Autografado pelo autor.
«Num registo bastante diferente do que tem habituado os seus leitores, Zimmler constrói uma história verosímil – onde nem faltam menções a assuntos da atualidade noticiosa como o processo Casa Pia ou a anteriores romances seus como Os Anagramas de Varsóvia – que agarra o leitor desde as primeiras páginas.»
Ana Paula Gouveia
«Teresa é a metáfora que serve a Zimler para falar da diferença e do estigma. [.. ]E a “Ilha Teresa” não é mais do que Teresa, do princípio do fim, no seu de isolamento, no modo de interpelar o que a rodeia. Sarcástica, cruel, inconformada, irmã protectora do pequeno Pedro, de sete anos. Teresa que não entende e quer entender tanta coisa, uma personagem feminina de uma densidade capaz de a fazer sobreviver a um romance marcado pela sensibilidade e a sensação de partilha de algo proibido de tão íntimo que é. Nós temos o privilégio de entrar nessa intimidade através da voz do inconfessável, a voz de Teresa. Como cúmplices de um segredo. Amargo e cheio de ironia.»
Isabel Lucas, Diário Económico