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Autor: SARDINHA, António (1887 - 1925)
Título: Ao Ritmo da Ampulheta
Lisboa, QP, 1978
Nº páginas: 264 pp.
Dimensões: 19,5 cm x 13,5 cm
Colecção: Biblioteca do Pensamento Político
2 edição. [a 1ª edição: Lisboa, Lumen, 1925 (obra póstuma)]
Tema: Ensaios sobre aspectos da historiografia portuguesa
ver índice nos anexos
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Das badanas:
"António Sardinha nasceu em Monforte do Alentejo a 9-IX-1887. Concluiu a sua formatura na Faculdade de Direito de Coimbra em 1911. A sua conversão ao Catolicismo e à Monarquia dá-se em 1913. Em 1914, funda com H. Raposo e A. de Monsaraz a revista NAÇÃO PORTUGUESA, decisiva na formação espiritual da mocidade do seu tempo. Em 1915 apresenta como tese de docência à Faculdade de Letras de Lisboa «O Valor da Raça».
Em 1917, aparece o diário A MONARQUIA, que dirige com A. de Monsaraz e onde travará combate heroico a favor da restauração do Regime Tradicional. Durante o consulado de Sidónio Pais, é eleito deputado. Proclamada a Monarquia no Porto, em Janeiro de 1919, António Sardinha tomou parte muito activa nesse movimento, cujo malogro o obriga a exilar-se em Espanha. No seu regresso a Portugal, queima numa luta sem quartel por Deus, pela Pátria e pelo Rei a sua energia e saúde. Morre em Elvas a 10 de Janeiro de 1925, com 37 anos de idade.
Poeta, deixou-nos alguns dos mais belos poemas do primeiro quartel deste século, do mais puro e tradicional lirismo. Historiador, concorreu com os seus ensaios e estudos para uma revisão fundamental da nossa história. Mas é sobretudo o Doutrinador político que coloca António Sardinha entre as figuras cimeiras do pensamento nacional contemporâneo.
O movimento político que ajudou a fundar, o INTEGRALISMO LUSITANO, está na base de tudo o que com carácter nacional se fez no País a partir de 1914. E, se alguns daqueles a quem competia continuar a sua obra se perderam, as novas gerações começam a compreender o que há de fecundo nas verdades luminosas e eternas que o alto espírito de António Sardinha apostolou.
Os Promotores da «Biblioteca do Pensamento Político», sentem como dever nacional reeditar 'Ao Ritmo da Ampulheta', para a clarificação de certos aspectos da historiografia portuguesa."