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Portugália.
Biblioteca dos Humoristas.
2.ª edição
Edição exclusiva para Portugal Continental e Ultramarino.
Esta extravagância hilariante presume a existência de uma sociedade secreta de revolucionários que juraram destruir o mundo.
Existem sete membros do Concelho Central Anárquico que, por razões de segurança, se auto-intitulam com os nomes dos dias da semana. Mas o desenrolar dos acontecimentos lança a dúvida sobre a sua verdadeira identidade, pois Quinta-Feira não é o apaixonado poeta que dizia ser mas sim um detective da Scotland Yard.
Chesterton faz a acção avançar bem à sua maneira inventiva e exuberante e depois usa este pesadelo de paradoxo e surpresa para sondar os mistérios do comportamento e das crenças humanas.
Traduzido do inglês por Domingos Arouca.
Capa mole, 268 páginas.
"O Homem que era Quinta-feira", por G. K. Chesterton.